<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3148546414340839937</id><updated>2012-02-16T01:24:05.764-08:00</updated><title type='text'>Temas Psicológicos</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://curiosidadesdapsicologia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3148546414340839937/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://curiosidadesdapsicologia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Astrid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13801878782117953319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_3Bs4OyaqrvM/TST7Bk2wRNI/AAAAAAAAAOY/axIEEe_Ase8/S220/foto%2B3.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>5</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3148546414340839937.post-8467172721782771685</id><published>2012-02-03T10:42:00.000-08:00</published><updated>2012-02-03T10:45:19.672-08:00</updated><title type='text'>Fobia</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; "&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A fobia é um estado emocional, onde há sempre angustia, pois esta ligada ao medo. São monótonos e típicos, quando o sujeito se encontra nesta situação. A fobia pode acontecer em qualquer idade, inclusive em crianças.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Há dois grupos de fobias:&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;. fobias comuns - medos exagerados, que todos temem: à noite, solidão, morte, doenças, bichos e perigos.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;. fobias de locomoção - agorafobia, a pessoa evita ir aos lugares ( cinema, teatro, sala de aula, multidão )  onde ela sente-se mal, há uma sensação de morte e o desejo de fugir dali.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;. medo de sair e de se relacionar com pessoas - a pessoa tem muita dificuldade para se relacionar com pessoas, pois sente medo.&lt;/p&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3148546414340839937-8467172721782771685?l=curiosidadesdapsicologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://curiosidadesdapsicologia.blogspot.com/feeds/8467172721782771685/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3148546414340839937&amp;postID=8467172721782771685' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3148546414340839937/posts/default/8467172721782771685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3148546414340839937/posts/default/8467172721782771685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://curiosidadesdapsicologia.blogspot.com/2012/02/fobia.html' title='Fobia'/><author><name>Astrid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13801878782117953319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_3Bs4OyaqrvM/TST7Bk2wRNI/AAAAAAAAAOY/axIEEe_Ase8/S220/foto%2B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3148546414340839937.post-8400472120444280537</id><published>2012-02-03T10:39:00.000-08:00</published><updated>2012-02-03T10:41:14.412-08:00</updated><title type='text'>Agorafobia</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; "&gt;&lt;div align="justify"&gt;Agorafobia (do grego agora - mercado (no sentido de 'lugar aberto') + phobos - medo) é originalmente o medo de estar em espaços abertos ou no meio de uma multidão. Em realidade, o agorafóbico teme a multidão pelo medo de que não possa sair do meio dela caso se sinta mal, e não pelo medo da multidão em si. A agorafobia poderia ser traduzida mais precisamente como o medo de ter medo. É a ansiedade associada a essa perturbação, classificada como antecipatória, já que se baseia no medo de se sentir mal e não poder chegar a um hospital ou obter socorro com facilidade. A antecipação da sensação de mal-estar é tão intensa que pode originar um episódio de pânico. É uma perturbação marcada por um estado de ansiedade exacerbada, que aparece sempre que a pessoa se encontra em locais ou situações dos quais seria difícil sair caso se sentisse mal (túneis, pontes, grandes avenidas, ônibus lotados, trens, barcos, festas, ajuntamentos de pessoas etc.).&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;Diferentemente da maior parte das pessoas, que sequer se preocupa com esse tipo de coisas, o agorafóbico não consegue desvincular-se dessas crenças irracionais, o que pode levar a comportamentos de fuga em relação a situações potencialmente ameaçadoras (ir a cinemas, concertos, centros comerciais, etc.), limitando cada vez mais a sua qualidade de vida. No clímax do problema, tais pessoas só se sentem verdadeiramente bem em casa (de preferência, acompanhadas) ou no seu carro – por ser visto como um prolongamento do lar por funcionar como um meio rápido para lá chegar, em caso de aflição. O agravamento da situação condiciona de forma brutal o cotidiano dessas pessoas. Atividades simples como ir ao supermercado, ao cabeleireiro ou ao ginásio deixarão de poder ser concretizadas sem acompanhamento, visto que o agorafóbico tenderá a pensar “E se eu me sentir mal, quem é que vai estar lá para me ajudar?”. Esse isolamento progressivo faz com que alguns casos de agorafobia se confundam com situações de fobia social. Mas tais perturbações são diferentes. Por exemplo, uma pessoa que sofra de fobia social teme entrar num local público porque receia que todos fiquem olhando para si (medo do julgamento das pessoas). Assim, até pode conseguir frequentar esses espaços, mas esforçar-se-á por passar despercebida, sem ser notada. Pelo contrário, o agorafóbico não teme ser avaliado pelas pessoas que freqüentam aquele espaço – ele teme não ter a quem recorrer caso se sinta mal. Do mesmo modo, tais pessoas podem desenvolver o medo de andar de elevador, dando vazão à claustrofobia, que é outra manifestação possível da agorafobia.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Tal como acontece noutras perturbações, os comportamentos fóbicos podem existir em níveis variáveis de pessoa para pessoa, pelo que nem sempre é necessário recorrer à ajuda especializada. Algumas pessoas poderão identificar-se com pequenos indícios das manifestações descritas anteriormente, sem que isso implique que possam ser rotuladas de agorafóbicas. O mais importante passa por identificar quaisquer comportamentos de fuga que estejam a condicionar o seu dia-a-dia e tentar vencê-los, até que praticamente desapareçam - o que pode ocorrer. Enfrentar pouco a pouco esse medo infundando é o caminho para vencer a agorafobia (através do auto-entendimento de como se processa essa fobia), já que as terapias com medicamentos não se mostram tão efetivos.&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3148546414340839937-8400472120444280537?l=curiosidadesdapsicologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://curiosidadesdapsicologia.blogspot.com/feeds/8400472120444280537/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3148546414340839937&amp;postID=8400472120444280537' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3148546414340839937/posts/default/8400472120444280537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3148546414340839937/posts/default/8400472120444280537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://curiosidadesdapsicologia.blogspot.com/2012/02/agorafobia.html' title='Agorafobia'/><author><name>Astrid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13801878782117953319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_3Bs4OyaqrvM/TST7Bk2wRNI/AAAAAAAAAOY/axIEEe_Ase8/S220/foto%2B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3148546414340839937.post-8864189309290912626</id><published>2011-03-22T17:08:00.000-07:00</published><updated>2011-03-22T17:19:49.866-07:00</updated><title type='text'>O Poder e a Utilização do Pensamento</title><content type='html'>O pensamento é um poder que todos nós possuímos, mas que poucos sabem como utilizá-lo.       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seus pensamentos se transformam nas coisas da sua vida.       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bons pensamentos atraem coisas boas e maus pensamentos atraem coisas ruins.       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos em constante interação com o cosmo, com o universo, emitindo e recebendo vibrações.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se temos bons pensamentos, nos mantemos em sintonia com correntes vibratórias positivas capazes de realizar coisas para nossa felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, as vibrações ruins levam a desestabilização do nosso corpo, da nossa mente, dando margem a várias doenças psicossomáticas.       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo o que pensamos ou sentimos emite um tipo de energia.       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensamentos e sentimentos estão ligados, trabalham juntos e eles tem que estar em concordância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não existe pessoa boa com pensamentos ruins. Pensamentos sempre vêm antes das ações. Então se alguém faz algo errado, é porque primeiro pensou naquilo. Por isto algumas pessoas conseguem o que quer e outras não.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cultivando os bons pensamentos, você estará melhorando sua auto-estima e estará mais consciente de si mesmo, reconhecendo a vibração em tudo a sua volta.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isto pense sempre no que você quer (no positivo) e não no que você não quer (no negativo), pois o universo funciona como um espelho e ele reflete o que transmitimos.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoas que se ligam ao negativo como medo, raiva, inveja, etc, estão recriando estes sentimentos o tempo todo em suas vidas. Preste atenção em suas palavras!   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Semelhante atrai semelhante, quando você tem um pensamento, esta atraindo pensamentos semelhantes para si.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando vibramos numa determinada frequência, atraímos tudo e todos daquela frequência.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando você muda isto, isto é , muda seus pensamentos, sua postura, você cria o cenário em que quer viver e cria também seus os personagens, através do seu poder de escolhas, da imaginação e do sentimento.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das maneiras de se conseguir isto é através do autoconhecimento e da psicoterapia.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As vezes carregamos uma série de traumas como ( perdas, mortes, separações, doenças, traições etc) que ficam como uma tecla presa. São experiências de vida, que ficam nos acompanhando o tempo todo, ou idéias fixas que estão sempre presente.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Através da psicoterapia podemos rever estas lembranças e reverter tudo isto, de modo que nossa mente e nossos pensamentos, voltem a ser tranquilos e positivo. A vida volta a caminhar e os desejos voltam a se realizar.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="390" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/qcbG_42csx8?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/qcbG_42csx8?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="390" width="480"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3148546414340839937-8864189309290912626?l=curiosidadesdapsicologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://curiosidadesdapsicologia.blogspot.com/feeds/8864189309290912626/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3148546414340839937&amp;postID=8864189309290912626' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3148546414340839937/posts/default/8864189309290912626'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3148546414340839937/posts/default/8864189309290912626'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://curiosidadesdapsicologia.blogspot.com/2011/03/o-poder-e-utilizacao-do-pensamento.html' title='O Poder e a Utilização do Pensamento'/><author><name>Astrid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13801878782117953319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_3Bs4OyaqrvM/TST7Bk2wRNI/AAAAAAAAAOY/axIEEe_Ase8/S220/foto%2B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3148546414340839937.post-3372916345370408415</id><published>2011-03-10T10:02:00.000-08:00</published><updated>2011-03-10T10:29:35.989-08:00</updated><title type='text'>As Virtudes Humanas</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;O escritor gaúcho Ramiro Sápiras, autor do livro: " A Arte de Viver", descreve de forma clara e objetiva sobre as virtudes humanas. &lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Acrescentei-o no meu blogger, pois acredito que faz parte do desenvolvimento pessoal, conhecer e por em prática mais esta sabedoria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;As virtudes regulam os atos, ordenam as paixões e guiam a conduta humana, servindo de apoio para  fazer o bem a si mesmo e ao próximo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(102, 51, 0); font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium; "&gt;&lt;h2 class="titulo" style="font-size: 18px; font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0); margin-bottom: 20px; margin-top: 0px; "&gt;As virtudes humanas&lt;/h2&gt;&lt;div class="tex breakword" style="color: rgb(0, 0, 0); padding-bottom: 26px; font-size: 13px; line-height: 22px; max-width: 498px; word-wrap: break-word; "&gt;&lt;br /&gt;         A estrutura da personalidade compreende, entre outros elementos psicológicos,  um conjunto de virtudes que  tornam o indivíduo mais elevado, íntegro, humanitário. Uma virtude representa retidão moral, probidade, excelência moral. As pessoas podem ser avaliadas pela riqueza de suas virtudes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         De forma sucinta, vamos apreciar algumas dessas virtudes. No decorrer da empreitada, poderemos observar que elas quase sempre caminham juntas, raramente apresentam-se isoladas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Autoconfiança. Esta virtude pode ser conquistada mediante o desenvolvimento de recursos e habilidades que proporcionam competência,  segurança e tranqüilidade no decurso da vida. A pessoa autoconfiante é prudente e equilibrada, de tal sorte que procura agir sempre com cautela. Pelo fato de possuir imensa fé em si, ela sabe que pode contar consigo mesma, em situações as mais adversas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Benevolência. É uma qualidade que dispõe o indivíduo a praticar o bem, podendo acrescentar generosidade, gentileza e simpatia. Para tanto, é preciso renunciar a sentimentos de hostilidade e egoísmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Contentamento. É uma virtude que promove alegria e bem-estar. Proporciona o poder de enfrentar adversidades, sem aflição, com serenidade e jovialidade, porque capacita o ser humano a adaptar-se a tais situações, e a mudar suas atitudes diante delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Coragem. Trata-se de uma habilidade ímpar para enfrentar, com serenidade e domínio do medo,  os perigos que se apresentam do decurso da vida. Ela proporciona ao indivíduo a aptidão de avaliar uma gama de possibilidades para vencer as adversidades. A coragem inspira o indivíduo a agir com perseverança e determinação em  face de todas as si-tuações e circunstâncias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Desapego. É uma virtude que capacita o indivíduo a ver os fatos e situações com imparcialidade, com isenção de ânimo. A pessoa que consegue desapegar-se de suas próprias idéias e opiniões, livre de preconceitos, é capaz de agir com justiça. O desapego em relação a pessoas, bens materiais e imateriais, é outra faceta desta valiosa virtude, que pos-sibilita uma vida mais rica e feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Despreocupação. Ser despreocupado denota serenidade, confiança, paz. Significa viver a cada momento, com intensidade e prazer, permitindo ao amanhã cuidar de seus próprios interesses. No entanto, despreocupação não quer dizer descuido, imprudência, imprevidência. Muito pelo  contrário, pois esta virtude inspira o indivíduo a tornar-se responsável e cuidadoso com a administração de tudo que lhe compete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Determinação. Firmeza e perseverança são duas aliadas desta virtude. Ela permite ao indivíduo progredir, a ter sucesso em todos os seus empreendimentos, pois não tolera preguiça, desalento, falta de ânimo. Não importam as circunstâncias ou obstáculos, a presença desta virtude capacita o ser humano a concluir sempre todas as tarefas a que se programou. Determinação é uma virtude necessária para assimilar as demais virtudes e para livrar-se de todas as negatividades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Disciplina. É ordem, organização, aceitação de preceitos e normas. O próprio Universo é obediente a uma ordem implacável, caso contrário não poderia existir. Para assimilar e manter esta virtude, o indivíduo precisa corrigir, moldar e aperfeiçoar seu caráter. Para tanto, não poderá prescindir do concurso de outras virtudes, como paciência,  tolerância e perseverança.  Terá também que abominar hábitos nocivos, como rebeldia e inconformidade. Na ausência da disciplina,  a vida torna-se impossível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Docilidade. Consiste em uma força magnética que atrai a todos. A vida torna-se mais encantadora quando as pessoas agem com docilidade, bom humor e gentileza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Empatia.  Significa colocar-se no lugar do outro, em sua própria pele. Ver as coisas sob  sua perspectiva. Compreender seus motivos. E, então, poder aconselhar com acerto e coerência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Entusiasmo.  É a chama que provoca ação. É vida em movimento. É motivação. É o fogo interior que proporciona prazer e vitalidade para executar até o fim os planos traçados.  Graças ao entusiasmo, o mundo inteiro está em constante progresso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Estabilidade. Significa coerência, responsabilidade, constância. Esta virtude não admite rigidez, mas requer flexibilidade e adaptabilidade.  Assim, a confiança é desenvolvida e a convivência humana torna-se harmônica e duradoura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Flexibilidade. Esta virtude permite  constante adaptação às pessoas e circunstâncias. Ela promove a harmonia nos relacionamentos e proporciona condições para a necessária moldagem às permanentes mutações da vida. Tal como o salgueiro,  podemos nos  curvar, pela  força do vento, e, ao mesmo tempo, permanecer firmemente enraizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Generosidade. Significa desprendimento, liberalidade, altruísmo. A pessoa dotada desta virtude aprecia verdadeiramente os outros, e presta a ajuda necessária sem esperar nada em troca. Ela também promove o fortalecimento das relações, a paz no contexto social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Honestidade. Este dom suscita a necessária confiança entre as pessoas. Em todos os atos da vida, a citada qualidade deve estar sempre presente. Por outro lado, sua carência provoca as mais nefastas conseqüências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Humildade. Mesmo sendo possuidor de múltiplas virtudes,  o indivíduo pode ainda abarcar mais uma, a humildade. Significa modéstia, compostura, ausência de vaidade. Simplicidade na maneira de se apresentar. Comedimento na forma de referir-se a si próprio. A pessoa pode conhecer sua força e poder, e apesar disso, não precisa jactar-se perante os outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introspecção.  É a pedra fundamental de todas as virtudes. Graças a ela, o ser humano torna-se capaz de avaliar e transformar sua personalidade. Mergulhar no interior de si mesmo é uma condição necessária para o auto-aperfeiçoamento. Esta virtude desperta os poderes pessoais e harmoniza todo o ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jovialidade. O dom de ser alegre, bem-humorado, de rir e fazer rir, é uma qualidade indispensável para a existência da harmonia nos relacionamentos.  Proporciona bem-estar e leveza de espírito. Irradia simpatia, conquista a amizade, desenvolve o ânimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Longanimidade. Significa complacência, indulgência, benignidade, tolerância. Proporciona o desenvolvimento de uma natural disposição de ânimo para suportar, com serenidade e resignação, insultos, vexames, ofensas e contrariedades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maturidade. Esta virtude confere a habilidade de agir com coerência e acerto em todas as circunstâncias. Ela proporciona o desenvolvimento de outra fenomenal virtude, a sabedoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Misericórdia. É uma qualidade ímpar nos relacionamentos humanos. Esta virtude confere às pessoas o dom de perdoar as faltas dos outros, de compreender suas fraquezas, pois carrega em si a tolerância e a compaixão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paciência. Ser paciente significa ser calmo,  sereno  e equilibrado. Denota controle sobre desejos e emoções. Afasta o desespero e a aflição.  Possibilita pensamentos e julgamentos imparciais e objetivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisão. Esta qualidade proporciona clareza e perfeita definição. Na presença de exatidão, os pensamentos, palavras e ações serão apropriados a cada circunstância. A virtude em questão possibilita a habilidade de fazer as coisas de forma correta. Graças ao autocontrole, paciência, serenidade, conhecimento de causa, este dom pode prosperar, trazendo benefícios incalculáveis ao progresso e bem-estar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pureza.  Significa ausência de vícios de toda ordem. Presença de uma mente sã, plena de amor e justiça, isenta de máculas, livre de preconceitos e superstições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabedoria. A conquista da maturidade proporciona  o surgimento da sabedoria. Esta virtude confere o  poder de controlar impulsos e reações, ter uma visão de águia,  reconhecer a verdadeira intuição, ser previdente.  A pessoa que conquistou o poder da sabedoria é capaz de agir de forma correta, em todas as circunstâncias, com base em  conheci-mentos vastos, em sua longa experiência,   na  própria realidade. Pode-se observar o perfeito  equilíbrio de todos os poderes e talentos quando a sabedoria está presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do livro do autor "A Arte de Viver"&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="aut" style="color: rgb(0, 0, 0); font-size: 12px; font-style: normal; font-weight: bold; "&gt;Ramiro Sápiras&lt;/div&gt;&lt;div class="info" style="color: rgb(102, 102, 102); font-size: 10px; margin-top: 20px; "&gt;Publicado no Recanto das Letras em 14/12/2005&lt;br /&gt;Código do texto: T85744&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3148546414340839937-3372916345370408415?l=curiosidadesdapsicologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://curiosidadesdapsicologia.blogspot.com/feeds/3372916345370408415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3148546414340839937&amp;postID=3372916345370408415' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3148546414340839937/posts/default/3372916345370408415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3148546414340839937/posts/default/3372916345370408415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://curiosidadesdapsicologia.blogspot.com/2011/03/as-virtudes-humanas.html' title='As Virtudes Humanas'/><author><name>Astrid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13801878782117953319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_3Bs4OyaqrvM/TST7Bk2wRNI/AAAAAAAAAOY/axIEEe_Ase8/S220/foto%2B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3148546414340839937.post-8903538857602490666</id><published>2011-01-28T16:27:00.001-08:00</published><updated>2011-01-28T16:28:51.397-08:00</updated><title type='text'>A obsessão amorosa</title><content type='html'>&lt;p align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px; "&gt;&lt;span style="font-size:9.0pt;font-family:Arial; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:black;mso-ansi-language:PT-BR; mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;&lt;img src="http://www.google.com.br/url?source=imgres&amp;amp;ct=img&amp;amp;q=http://www.culturamix.com/wp-content/uploads/2009/04/feliz-2.jpg&amp;amp;sa=X&amp;amp;ei=Kl9DTfKDC4bJgQext_zCAQ&amp;amp;ved=0CAQQ8wc&amp;amp;usg=AFQjCNF_AgPzDro0OwtRU4IUMFMglXzVDg" /&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center" style="text-align:center"&gt;&lt;span style="font-size:9.0pt; font-family:Arial;color:black"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial; color:black"&gt;O obsessivo amoroso enxerga na pessoa amada um ideal de relacionamento que só existe para ele. Devido a isso, podemos pensar que a obsessão amorosa é diferente do amor em si.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial; color:black"&gt;Amor é natural, ou muito próximo disso, uma vez que, é um sentimento espontâneo. A obsessão em contrapartida vem com a força, colada a idéia de poder, onde este poder reina sobre esta pessoa, numa espécie de domínio, obrigação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial; color:black"&gt;Vale a pena afirmar: "todas as compulsões são sinais de comprometimento psicológico", e desta forma, é necessário esclarecer que o compulsivo amoroso não está de fato apaixonado pelo outro, mas pelo significado que ele próprio dá a este outro. Cria-se uma imagem perfeita deste outro amado, onde se supri e desprezam-se traços reais e negativos da pessoa amada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial; color:black"&gt;Fica claro que este amor é cultivado no campo da fantasia, onde o obsessivo passa a acreditar que "sem o outro é impossível viver", "sem o outro nada mais tem sentido". Trata-se então de idéias fixas, persecutórias, que atormentam a mente e dominam o amante de forma cruel.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial; color:black"&gt;Atendimento a obsessivos amorosos tem se tornado cada vez mais comum nos consultórios, e tal sentimento merece toda a atenção ao primeiro sinal. O obsessivo amoroso "destrói" a pessoa real, mesmo sendo em aspecto simbólico, pois o obsessivo desconsidera a vontade própria do amado, onde muitas vezes chega a pensar: "ou ela é minha (meu), ou não é de ninguém". Desconsidera-se então, totalmente a individualidade do outro, os desejos do outro e passa a constituir em seguida, uma linha de raciocínio bastante perigosa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial; color:black"&gt;Esta linha de raciocínio está a margem da patologia, é neste momento que se instaura pensamentos doentios que podem levar a atitudes extremas, como por exemplo, a crimes passionais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial; color:black"&gt;No entanto, é possível sim se recuperar de uma paixão obsessiva. Com freqüência é possível se deparar com pessoas que buscam atendimento psicológico por já terem sofrido deste mal. O processo terapêutico possibilita aos obsessivos a elaboração destes sentimentos tão agressivos, e depois de um tempo, aqueles que sofreram deste sentimento podem se perguntar: "meu Deus, como eu pude amar tanto esta pessoa?".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial; color:black"&gt;Quando isto acontece, há o questionamento: "de fato, quantas pessoas você amou assim?". O que se percebe é que tal resposta é surpreendente, onde passam a enxergar relacionamentos anteriores que já anunciavam tal obsessão. Quando se percebe isso em análise, é hora de afirmar ao obsessivo que este é um problema dele, uma tendência dele se relacionar, onde age como egoísta, não importando a outra pessoa, mas sim a satisfação dos seus desejos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial; color:black"&gt;Assinalo ainda que o processo terapêutico é de extrema importância para obsessivos amorosos, e por isso, frente ao mínimo sinal, o indicado é buscar ajuda de um psicólogo o quanto antes, para que de fato, inicie-se um processo eficaz ao tratamento do obsessivo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt; font-family:Arial;color:black"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:9.0pt;font-family:Arial;color:black"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;Fonte:&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;a href="http://www.webartigos.com/articles/8868/1/Obsessao-Amorosa/pagina1.html#ixzz1ADHknOm5"&gt;&lt;span style="color:#003399;border:none windowtext 1.0pt;mso-border-alt:none windowtext 0cm; padding:0cm;text-decoration:none;text-underline:none"&gt;http://www.webartigos.com/articles/8868/1/Obsessao-Amorosa/pagina1.html#ixzz1ADHknOm5&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:9.0pt; font-family:Arial;color:black"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt; font-family:Tahoma;color:#3366FF"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt; font-family:Tahoma;color:#3366FF"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt; font-family:Tahoma;color:#3366FF"&gt;O que diz a Psicanálise:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="font-size:9.0pt; font-family:Arial;color:black"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:6.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;text-indent:15.0pt;line-height:20.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial;color:#111111"&gt;A obsessão amorosa é um tipo de neurose histérica, também conhecida, como uma psiconeurose de defesa onde a pessoa afetada é totalmente dependente emocionalmente não de um parceiro, mas da relação obsessiva &lt;st1:personname productid="em si. O" st="on"&gt;em  si. O&lt;/st1:personname&gt; obsessivo amoroso, enxerga na pessoa amada um ideal de relacionamento que só existe para ele. Devido a isso, podemos pensar que a obsessão amorosa é diferente do amor em si. (LUCHESI, 2007).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:6.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;text-indent:15.0pt;line-height:20.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial;color:#111111"&gt;Para Zimerman (1999) no início Sigmund Freud dividiu os transtornos emocionais, que ele então chamava de psiconeuroses, em três categorias psicopatológicas: as neuroses atuais, as neuroses narcisistas e as neuroses transferenciais, onde se enquadra a histeria; segundo ele:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:11.25pt"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial;color:#333333"&gt;A histeria é uma neurose complexa caracterizada pela instabilidade emocional e que tem seu início à partir de lembranças reprimidas que tem uma forte intensidade emocional, sendo que a lembrança desse trauma e sua catarse era o caminho para a cura. (ZIMERMAN, 1999, p.207-208)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:6.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;text-indent:15.0pt;line-height:20.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial;color:#111111"&gt;Green (1974) destaca o aspecto defensivo da histeria, ele considera que esse caráter exibicionista e histriônico, comum do histérico, sobre tudo o protege contra seus núcleos depressivos, ou seja, por trás “dos escândalos” o histérico possui baixa auto-estima, é extremamente frágil e instável.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:6.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;text-indent:15.0pt;line-height:20.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial;color:#111111"&gt;Uma característica da neurose histérica é o não controle do ego. A neurose histérica ocorre com mais freqüência nas mulheres, já que estas apresentam uma maior complicação no desenvolvimento sexual devido ao sentimento de inveja do pênis. O indivíduo histérico se fixou na fase fálica, mas com alguns componentes da fase oral.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:6.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;text-indent:15.0pt;line-height:20.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial;color:#111111"&gt;Para Freud (1906) citado por Zimerman (1999), a histeria pode ser de dois tipos: conversiva – há sintomas físicos – e dissociativa – o estímulo é sentido de forma tão intensa que quebra a desfuncionalidade da mente, levando a pessoa a atos descoordenados da realidade. Percebe-se que a obsessão em si é uma doença que surge de uma de uma fixação da fase fálica, mas que o ambiente em que esta pessoa cresceu influencia muito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:6.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;text-indent:15.0pt;line-height:20.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial;color:#111111"&gt;Freitas (2008) diz:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:11.25pt"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial;color:#333333"&gt;As obsessões estão relacionadas à ansiedade criada em resposta a uma situação muito estressante, esmagadora e dolorosa. Uma frustração amorosa, uma família desestruturada, escola ou ambiente de trabalho nocivo ou ameaçador podem causar um excesso de ansiedade ou a pessoa pode ficar comprometida emocionalmente e tentar buscar uma saída para fugir desta realidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:6.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;text-indent:15.0pt;line-height:20.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial;color:#111111"&gt;Devido às necessidades básicas de amor, assistência e aceitação que foram negados, a pessoa viaja para o mundo das obsessões para evitar a sensação de ansiedade e privação. A necessidade obsessiva cria mecanismos e estratégias para seduzir o outro, originando uma atração fatal que busca a possessão como forma de incluir o outro em sua própria vida, tentando o máximo de controle, pois a falta deste irá provoca intensa dor. (FREITAS, 2008)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:6.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;text-indent:15.0pt;line-height:20.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial;color:#111111"&gt;O obsessivo amoroso tem uma preferência em ser amado ao invés de amar; torna-se uma pessoa altruísta, inconscientemente procura um parceiro pouco disponível e está disposto a mudá-lo através do seu amor. O obsessivo amoroso é dependente do parceiro e da dor emocional que esse amor lhe proporciona; ele enxerga um relacionamento ideal que só existe para ele. A pessoa que sofre de obsessão amorosa possui uma idéia fixa de poder e domínio sobre a outra pessoa, além de ter uma forte tendência a se fingir de vítima, necessitando assim de dó e de atenção. (MELO, 2008)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:6.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;text-indent:15.0pt;line-height:20.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial;color:#111111"&gt;De acordo com a enciclopédia:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:11.25pt"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial;color:#333333"&gt;A palavra histeria é usada desde a antiguidade, por Hipócrates, e era usada para designar transtornos nervosos em mulheres que não haviam tido filhos. Em manuscritos egípcios muitos séculos antes de Hipócrates também apareceu uma doença identificável com o mesmo nome. No século XIX Charcot distinguiu a histeria da epilepsia, foi em aulas com Freud que ele percebeu que a histeria não era um fingimento e não se apresentava somente em mulheres, já Janet concebia a histeria como se tratando de uma diminuição da tensão psíquica que pode ser provocada por choques emocionais e recordações traumáticas. (WIKIPÉDIA, 1999).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:6.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;text-indent:15.0pt;line-height:20.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial;color:#111111"&gt;Na histeria, as idéias reprimidas ficam inalteradas no inconsciente, mas mesmo assim provocam influência na personalidade do indivíduo. O complexo de Édipo juntamente com os impulsos provenientes da fixação da fase anal será a base para os sintomas da neurose obsessiva. O comportamento do neurótico obsessivo é contraditório, devido à mistura do complexo de Édipo com os impulsos anais tornando-os ora bondosos, ora&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:Arial;color:#111111"&gt; cruéis. (ZIMERMAN, 1999)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:6.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;text-indent:15.0pt;line-height:20.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial;color:#111111"&gt;Freud afirma que nas Neuroses Obsessivas, através dos sintomas, o Eu obtém uma satisfação narcísica. Os sintomas do neurótico obsessivo bajulam seu amor próprio, fazendo sentir-se melhor que outras pessoas, por se considerar mais limpo ou especialmente consciencioso. Tudo isto resulta no ganho proveniente da doença que se segue a uma neurose. Freud completa “A formação de sintomas assinala um triunfo que se consegue combinar a proibição com a satisfação... a fim de alcançar essa finalidade muitas vezes faz uso das trilhas associativas mais engenhosas” (FREUD, 1926, p.93-122).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:6.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;text-indent:15.0pt;line-height:20.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial;color:#111111"&gt;Nas neuroses ocorre à fuga da realidade onde há uma idealização do objeto, por isso, o neurótico obsessivo se parece mais com o psicótico do que o histérico. Apesar da idealização, no fundo o individuo tem a consciência do que é verdadeiro e do que é falso&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:6.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;text-indent:15.0pt;line-height:20.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial;color:#111111"&gt;Para Zetzel (1968) existem quatro tipos de histerias: as “verdadeiras” ou “boas” histéricas, que atingem a condição de casar ter filhos com bom desempenho profissional e que se beneficiam com a psicanálise; outras também “verdadeiras” com casamentos complicados, geralmente com natureza sadomasoquística, que não conseguem manter por muito tempo um satisfatório compromisso com a análise; aquelas pacientes que manifestam sintomas histéricos, que lhes confere uma fachada de pessoas histéricas, mas que, na verdade, encobre uma subjacente condição bastante depressiva, sendo que essas pessoas não se completam em nenhuma área da vida; e as “pseudo-histerias” presentes em personalidades muito mais primitivas, sendo que a sua extrema instabilidade emocional justifica a antiga denominação “psicose histérica”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:6.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;text-indent:15.0pt;line-height:20.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial;color:#111111"&gt;O tratamento clínico para obsessão amorosa, num viés psicanalítico, vai depender do analista; Pois cada terapeuta tem sua forma de tratar desse transtorno, uns com a hipnose, outros com terapia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:6.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;text-indent:15.0pt;line-height:20.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:Arial;color:#111111"&gt;Segundo Zimerman (1999, p. 213-214) diz que:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:11.25pt"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:Arial;color:#333333"&gt;A atividade interpretativa do analista deve ficar centrada nos seguintes aspectos: usar a técnica de “confrontação”, levando o paciente a confrontar se há similaridade de como ele se vê o de como os outros os vêem; utilizar a técnica de uma imaginária “dramatização verbal”, onde a paciente troca de lugar, papel e função com outras pessoas do seu convívio; trabalhar com as funções conscientes do ego, ou seja,como ele percebe, pensa, discrimina e comunica seus sentimentos de amor e ódio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:6.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;text-indent:15.0pt;line-height:20.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial;color:#111111"&gt;Diante de todos os conceitos, eles trazem à tona a aprendizagem sobre o “Normal” e o patológico, tendo em vista o modelo que foi recebido da sociedade, da cultura, das instituições em que o indivíduo está inserido, porém o indivíduo tem a chance de refletir e tirar suas próprias conclusões a respeito da obsessão amorosa em si.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:6.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;text-indent:15.0pt;line-height:20.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial;color:#111111"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h3 style="margin-top:15.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:7.5pt;margin-left: 0cm"&gt;&lt;span style="font-size:14.0pt;font-family:Tahoma;color:#3366FF;font-weight: normal;mso-bidi-font-weight:bold"&gt;Finalizando:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;  &lt;p style="margin-top:6.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;text-indent:15.0pt;line-height:20.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial;color:#111111"&gt;A &lt;span style="mso-spacerun:yes"&gt; &lt;/span&gt;obsessão amorosa classifica-se como uma neurose histérica do tipo dissociativa e ocorre, por natureza, em maior freqüência nas mulheres sendo que as mulheres que cresceram em um ambiente disfuncional são mais propensas a desenvolver a obsessão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:6.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;text-indent:15.0pt;line-height:20.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial;color:#111111"&gt;As principais características são: o sentimento de posse em relação ao outro, a idealização de um relacionamento que só existe para ele e a procura inconsciente de um parceiro emocionalmente indisponível. Por ser um tipo de histeria, a pessoa tenderá a sempre assumir o papel da vítima, o que implica a necessidade de receber a dó e complacência das outras pessoas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:6.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;text-indent:15.0pt;line-height:20.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial;color:#111111"&gt;Conforme aprendemos com Freud, somos necessariamente seres sexuais, comandados por nossas pulsões sexuais; transferindo e liberando nossa libido, e variando inclusive nosso objeto de interesse ao longo da vida, estando ele dentro do “normal”, ou não.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:6.0pt;margin-right:0cm;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0cm;text-align:justify;text-indent:15.0pt;line-height:20.4pt"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;font-family:Arial;color:#111111"&gt;Cabe então ao próprio indivíduo, dentro da sua sociedade, relacionar e discernir o normal do patológico, buscando ajuda profissional se necessário.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3148546414340839937-8903538857602490666?l=curiosidadesdapsicologia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://curiosidadesdapsicologia.blogspot.com/feeds/8903538857602490666/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3148546414340839937&amp;postID=8903538857602490666' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3148546414340839937/posts/default/8903538857602490666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3148546414340839937/posts/default/8903538857602490666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://curiosidadesdapsicologia.blogspot.com/2011/01/obsessao-amorosa.html' title='A obsessão amorosa'/><author><name>Astrid</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13801878782117953319</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_3Bs4OyaqrvM/TST7Bk2wRNI/AAAAAAAAAOY/axIEEe_Ase8/S220/foto%2B3.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
